Eu posso dizer o que eu quiser, porque tenho direito de me expressar e essa é a forma da qual me sinto bem dizendo tudo o que penso sem filtrar minhas palavras. Se vai atingir alguém ou não aí é problema de quem ouvir e interpretar da maneira que entendeu, errada ou certa vai de cada um absorver o que foi necessário.
É mesmo? Agora se coloque no lugar dessa pessoa, calma, melhor, seja aquele que irá receber tais palavras e me diga como foi sua experiência.
Boa ou ruim lhe digo o mesmo, foi bom? Acredito que teria sido se tivessem sido de maneira diferente.
Seria tão simples ser a pessoa alvo para qual estaremos nos dirigindo para mediar nossas palavras, escolher as melhores palavras, aquelas que sabemos que soará de forma sútil, gentil, menos ofensiva, hostil ou outras maneiras negativas que possam ter esse peso quando somos atingidos por palavras que poderiam ter sido melhor colocadas.
Temos o direito de dizer, mas também precisamos estar abertos a receber, um dia, aquilo que dizemos.
A mudança começa conosco sem esperar que venha dos outros, pois só assim nos colocaremos no lugar das pessoas, seja para dizer ou quando ouvir algo.
“Palavras machucam mais que uma faca“
Um comentário em “Ponderando as palavras”